Auxílio Emergencial: Começa nesta terça a segunda fase do benefício



Inicia nesta terça(06) a nova etapa de pagamentos de parcelas do novo Auxílio Emergencial, benefício que, segundo o governo federal, beneficiará 45,6 milhões de pessoas este ano.


Depositados nas Contas Digitais abertas pela Caixa ainda no ano passado, os pagamentos serão destinados a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, desempregados e outras pessoas afetadas pela pandemia do novo Coronavírus. Os pagamentos seguem mais uma vez de acordo com a data de nascimento dos cadastrados.


Já os beneficiários do Bolsa Família continuarão a receber de acordo com o calendário habitual do programa, que em abril, começa a ser pago dia 16.


Os saques ainda não serão possíveis no mesmo dia. Isso é uma estratégia do programa para que os usuários usem suas contas digitais e evitem aglomerações em agências bancárias.


Valores

Serão pagas aos trabalhadores quatro parcelas com valor médio do benefício de R$ 250 – que vai variar de R$ 150 a R$ 375 conforme o perfil do beneficiário e a composição de cada família.


  • Famílias vão receber R$ 250;
  • Uma família monoparental, dirigida por uma mulher, vai receber R$ 375;
  • Pessoas que moram sozinhas vão receber R$ 150. 

Pelas novas regras, o auxílio só será pago a famílias com renda total de até três salários mínimos por mês, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. O benefício deverá ser pago a mais de 40 milhões de famílias. Para quem está no Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso. Não serão abertas novas inscrições para o pagamento do benefício. A seleção será feita a partir dos beneficiários inscritos no programa original, excluindo aqueles que não se encaixarem nas novas regras do programa. 


Confira o calendário de pagamento para o público geral:




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Vacina 100% nacional será produzida pelo Butantan

 

O anúncio ocorreu ainda nesta sexta(26). O Instituto Butantan começou a desenvolver a produção-piloto da primeira vacina brasileira contra o novo coronavírus. Os ensaios clínicos estão programados para o terem início ainda no mês de abril, mas precisam ainda da autorização da Anvisa, Agencia Nacional de Vigilância Sanitária.


A Butanvac será uma vacina desenvolvida e produzida integralmente no Brasil através do Instituito Butantan, ou seja, sem necessidade de importação do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA). O governo aponta ainda que os resultados dos testes pré-clínicos realizados com animais se mostraram “promissores”, o que permitiria evoluir para estudos clínicos em humanos.


A produção-piloto do composto já foi finalizada para aplicação em voluntários humanos durante os testes. Os resultados da pesquisa clínica em humanos vão determinar se a vacina é segura e tem resposta imune capaz de prevenir a covid-19.


Para a produção da vacina, o instituto deverá usar tecnologia já disponível em sua fábrica de vacinas contra a gripe, a partir do cultivo de cepas em ovos de galinha, que gera doses de vacinas inativadas, feitas com fragmentos de vírus mortos.


A iniciativa do novo imunizante faz parte de um consórcio internacional do qual o Instituto Butantan é o principal produtor, responsável por 85% da capacidade total e tem o compromisso de fornecer a vacina ao Brasil e aos países de baixa e média renda.


O diretor-presidente do Butantan, Dimas Covas, avaliou que a tecnologia utilizada na ButanVac é uma forma de aproveitar o conhecimento adquirido no desenvolvimento da CoronaVac, vacina desenvolvida em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac, já disponível para a população brasileira.


A previsão do diretor-presidente do Butantan é que será possível entregar a vacina brasileira ainda este ano. “Após o final da produção da vacina contra Influenza, em maio, poderemos iniciar imediatamente a produção da Butanvac. Atualmente, nossa fábrica envasa a Influenza e a CoronaVac. Estamos em pleno vapor”, declarou.

 


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MPF aciona PF em apuração de suposto desvio de vacinas pelo governo piauiense

 

 

Na tarde de ontem (25), O Ministério Público Federal (MPF) requisitou à Polícia Federal a instauração de inquérito de apuração sobre um possível desvio de 50.667doses vacinas contra Covid-19 por parte do governo piauiense. As vacinas não teriam sido registradas no sistema do Ministério da Saúde.


O Portal aponta que os 224 municípios piauienses receberam mais de 392 mil doses de vacinas Coronavac e AstraZeneca e os prefeitos incluíram no cadastro do governo federal somente 341.413 doses dos imunizantes, tendo uma sobra de mais de 50 mil doses que não estão sendo localizadas.


Por outro lado, o Ministério Público avalia três possibilidades: as Secretarias Municipais de Saúde estão vacinando e não incluíram no cadastro do Ministério da Saúde, as doses foram utilizadas de forma irregular - fura fila e outros fins - ou as vacinas estão paradas.



Pela gravidade dos fatos, o procurador da República Kelston Pinheiro Lages requisitou à PF a apuração da existência do possível crime de peculato, previsto no art. 312 do Código Penal brasileiro, com a materialidade, bem assim a identificação dos autores de eventuais infrações penais.


“A vacina é um bem público com destinação específica. O seu desvio ou subtração em proveito próprio ou alheio em uma situação de normalidade já grave, numa situação de calamidade pior ainda com sérias repercussões do âmbito criminal e da improbidade administrativa. Os fatos são graves e precisam ser esclarecidos”, destaca o procurador.


Em razão dos mesmos fatos, o MPF também requisitou ao secretário estadual de saúde Florentino Neto que preste esclarecimentos, no prazo de dez dias úteis, bem como as providências que estão sendo adotadas.


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Momento Câmara (26/02)

 

No momento câmara de hoje, o Vereador Jackson de Benedito (MDB), apoia o vereador Elias de Liberato (PSD) em relação ao requerimento de construção de uma quadra poliesportiva no Bairro Correnteza, e ainda critica as gestões anteriores pelo descaso com outras quadras do município, além de buscar melhorias em relação ao atendimento médico para o Assentamento Cachoeira.


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Momento Câmara (24/02)

 

O Vereador escolhido como líder da oposição Valdeci Arraes(MDB), aponta problemas no abastecimento hídrico de comunidades de paulistana, bem como cita outros bairros necessitados de aparelhos para o bem-estar da população de paulistana em contraponto ao requerimento do vereador Elias de Liberato(PSD), em construir uma praça no lugar da quadra  em frente ao Estádio Evaldão.


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Entenda: A alta do preço de materiais da construção civil

Vários setores foram fortemente impactados pelo período de pandemia, alguns sofrendo mais e outros nem tanto e a construção civil foi um deles, ganhando força e crescendo de forma inesperada neste período e ainda apresentando probabilidade de melhora. Por outro lado, o maior problema do setor é a alta dos preços dos materiais.


Empresas do ramo da construção identificaram o aumento significativo de materiais da construção civil, e em alguns casos os valores superaram os 100% dos preços praticados antes do período pandêmico, criando desequilíbrio em contratos já firmados e um aumento de preços justificado de forma não clara, mas somente atribuído à pandemia.


Neste caso, em contratos em obras licitadas, especialmente, se faz necessária o equilíbrio dos preços acordados, para que nem o contratante, nem o contratado sejam lesados.


Um estudo de mercado realizado pela Câmara Brasileira de Indústria da Construção Civil (CBIC) apontou que este aumento é resultado da falta de oferta de produtos em quantidade suficiente para atender o mercado. A pandemia inicialmente criou uma insegurança, que por sua vez projetou um falso desabastecimento, que foi utilizado pelos fornecedores para recuperar preços. Isso significa que se a produção não acelerar urgentemente para criar produtos suficientes para oferecer ao consumidor, a memória inflacionária não retornará ao seu ponto inicial e os preços permanecerão altos.


 Abuso no ajuste de preços


Foram identificados registros de comunicações por diferentes fabricantes informando aumento idêntico nos mesmos produtos, simultaneamente, nas mesmas regiões. Outras situações que representam este abuso foram o posicionamento de entidade do setor cimentício declarando estar aproveitando o contexto para recuperar preços devido à ociosidade produtiva e também, por parte de uma indústria siderúrgica demonstrando interferência no mercado.


Esta onda de aumentos começou apenas com alguns materiais como cimento e aço, mas outros produtos acompanharam as altas de preços sem razões aparentes.


O que esperar do mercado?


Com os preços sendo mantidos, é preciso apenas que o consumidor espere a memória inflacionária retomar ao ponto inicial, além da busca pelo reequilíbrio dos contratos, mas apesar disso, deveremos ainda aguardar ainda mais o crescimento do custo dos imóveis populares, aumento dos custos de obras públicas, desemprego na construção civil e atraso na entrega de obras em virtude da falta de materiais.


O cenário ainda é incerto. O que teremos por enquanto é insegurança jurídica para a contratação de obras, e insegurança das empresas construtoras e incorporadoras para novos lançamentos. Além disso, a disputa e discussão acerca dos aumentos deve ser mantida por um longo período.


A possibilidade dos preços retomarem o patamar pré-pandemia é baixa, principalmente por se tratar de uma cadeia bastante fragmentada que possui dificuldade de comunicação entre os diversos subsetores de fabricantes.


 

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Momento Câmara (23/02)

 

No Momento Câmara de hoje, o Vereador Elias de Liberato apresenta dois requerimentos: A construção de uma quadra poliesportiva no Bairro Correnteza e a realocação da quadra que há em frente ao estádio Evaldão, onde serão construídos um estacionamento e uma praça com academia popular.


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